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Pais vão à polícia contra creche por bebê com hematomas

Viram hematomas na criança

Publicado em 2018-09-11 21:11:15 Atualizado em 2018-09-11 21:11:15 (11156 visualizações)

com SBNotícias- A Secretaria de Educação de Santa Bárbara d'Oeste investiga um caso de lesão corporal ocorrido com um bebê, de apenas cinco meses, no Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Angélica Sega Tremocoldi, no jardim das Orquídeas. O caso aconteceu na segunda-feira (10) e os pais da criança procuraram a polícia, fizeram exame de corpo de delito e registraram boletim de ocorrência.

Segundo a mãe da criança, ela perguntou para a monitora da classe como ele havia passado o dia. A funcionária teria respondido que ele estava “choroso e enjoadinho”. A mãe então levou o bebê para casa e quando tirou as roupas dele, notou que havia hematomas no ombro e costas. De imediato, ela retornou até a creche para averiguar o que teria acontecido.

Em conversa com as professoras, elas alegaram que durante o período da tarde, apenas trocam as fraldas das crianças não sendo necessário que a roupa toda seja retirada. Com isso, disseram não terem visto os hematomas e informaram que as funcionárias da manhã é que ficam encarregadas dos banhos.

Da escola, a mãe seguiu até o Pronto Socorro Dr. Afonso Ramos, onde a criança passou por atendimento médico e na sequência, procurou o plantão policial para registrar uma ocorrência de lesão corporal. No local, também foi feita a requisição de exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) de Americana.

Em nota, a Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste respondeu que a Secretaria de Educação tomou conhecimento do caso e está averiguando os fatos. 

A nota afirma que “em Santa Bárbara d'Oeste há um Protocolo de Proteção da Criança e do Adolescente, que envolve as secretarias de Educação, Saúde, Promoção Social, Segurança, Trânsito e Defesa Civil, além do Conselho Tutelar, Ministério Público, Poder Judiciário, Polícia Civil e Diretoria Estadual de Ensino. Trata-se de um trabalho em rede, que garante uma atenção integral à criança, adolescente e famílias em suspeita ou situação de violência. A criança, que ficou afastada da escola por meio de atestado médico por 5 dias, foi atendida e liberada pelos médicos", finaliza o texto. 
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