A nicotina líquida e outros produtos químicos presentes no vape podem afetar diretamente o sistema vascular já que provoca vasoconstrição, reduzindo o fluxo sanguíneo e dificultando a oxigenação dos tecidos, além disso, o uso frequente pode favorecer a formação de coágulos sanguíneos, elevando o risco de trombose venosa e embolia pulmonar.
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O alerta é do médico Dr. Marcio Barreto, cirurgião vascular de Americana-SP e membro ativo da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), que explica que os compostos químicos presentes nesses dispositivos podem comprometer a saúde das veias e artérias, aumentando o risco de problemas vasculares graves.
O médico afirma que o cigarro eletrônico ainda contém outros compostos químicos que podem desencadear inflamações vasculares, aumentando as chances de doenças cardiovasculares e envelhecimento precoce das veias que acelera o processo de envelhecimento das artérias, favorecendo varizes, má circulação e hipertensão.
Vape traz mais riscos
Para o Dr. Márcio, o impacto negativo do cigarro eletrônico na circulação sanguínea pode ser irreversível, dependendo do tempo e da intensidade do uso. “É preciso ter atenção a qualquer sinal de formigamento, dores nas pernas, inchaço e varizes podem indicar problemas circulatórios e devem ser avaliados já que o vape pode ser um vilão silencioso para as veias e artérias”, conclui.
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