Tempo seco favorece obras em piscinas; veja como escolher o porcelanato
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Com a chegada das temperaturas mais baixas, é natural que as piscinas fiquem em segundo plano durante alguns meses. Justamente por isso, o inverno é considerado o período mais estratégico para construir uma nova piscina ou promover reformas no espaço de lazer. Além de evitar interferências na época de maior uso, as obras realizadas nessa estação permitem que toda a área esteja pronta para receber a família e os amigos quando o calor voltar.
Nesse planejamento, a escolha do revestimento merece atenção especial. Muito além da estética, o porcelanato correto influencia diretamente a segurança, a durabilidade e o conforto de quem utiliza a piscina. Bordas, escadas, prainhas e a parte interna possuem exigências técnicas distintas, o que torna fundamental especificar o acabamento adequado para cada situação.
Segundo Carlos Bianco, arquiteto responsável pelo showroom da Roca Cerámica e da Incepa, marcas do Grupo LAMOSA no Brasil, conhecer essas diferenças evita problemas futuros e garante um resultado que une beleza e desempenho.
“Cada área da piscina possui necessidades específicas. A especificação correta do porcelanato considera fatores como profundidade e coeficiente de atrito. Quando o revestimento é escolhido de forma adequada, é possível alcançar um resultado estético sofisticado sem abrir mão da durabilidade e da segurança do usuário”, explica.
Grandes formatos transformam o visual da parte interna |
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Inspirada no quartzito Tempesta, originário da Itália, a Série Tempesta, da Roca Cerámica reproduz fielmente a pedra natural na lâmina de SuperFormato 160 x 320 cm, podendo ser aplicada em áreas submersas, como em piscinas. Enquanto isso, no entorno foi usada a Série Kronos, cujo acabamento ABS oferece segurança extra à área de circulação | Foto: Divulgação |
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Uma das principais tendências na arquitetura de piscinas é a utilização de porcelanatos em grandes formatos. Ao reduzir significativamente a quantidade de juntas, os SuperFormatos proporcionam uma superfície visualmente mais contínua, valorizando a sensação de amplitude e conferindo um acabamento mais elegante ao projeto.
Para a parte interna da piscina, Carlos explica que todos os SuperFormatos do portfólio da Roca Cerámica e da Incepa podem ser especificados, inclusive as versões polidas. “Os SuperFormatos vêm ganhando cada vez mais espaço em projetos de piscinas justamente pela redução das juntas e pelo aspecto visual mais uniforme. Inclusive os porcelanatos polidos podem ser utilizados na parte interna da piscina, já que essa área permanece constantemente submersa e não representa risco de escorregamento como acontece nas áreas de circulação”, destaca.
Além da estética contemporânea, o menor número de rejuntes também facilita a limpeza e contribui para uma aparência mais limpa e sofisticada ao longo do tempo.
Prainhas e escadas exigem máxima aderência |
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A Série Solid, da Incepa, apresenta o cimento em tonalidades neutras em placas com amplo formato (120 x 120 cm). Com apenas 7 mm de espessura, o porcelanato pode ser assentado em bordas e entorno de piscina, bem como em escadas e prainhas. O revestimento possui a tecnologia Soft Tec, aplicada ao acabamento Mate, que proporciona maior coeficiente de atrito para áreas internas molhadas | Foto: Divulgação |
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Quando o assunto é segurança, a atenção deve ser redobrada nas áreas de transição entre o ambiente seco e a água. É o caso das prainhas, dos degraus e das regiões com até 60 centímetros de profundidade, onde as pessoas caminham com frequência.
Nesses locais, o acabamento antiderrapante passa a ser uma exigência técnica prevista pelas normas para áreas de circulação molhada. O ideal é utilizar porcelanatos que apresentam coeficiente de atrito superior ou igual a 0,6, como o acabamento ABS da Roca Cerámica e da Incepa, proporcionando maior estabilidade mesmo com a superfície molhada.
“Nas áreas rasas, onde existe circulação de pessoas, o revestimento precisa oferecer segurança. O acabamento ABS foi desenvolvido justamente para aumentar a aderência, reduzindo significativamente o risco de escorregamentos sem comprometer a estética do projeto”, afirma o arquiteto.
Bordas e entorno da piscina pedem resistência e conforto |
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Para obter o efeito da madeira natural, a Série Madero, da Roca Cerámica, traz uma grande diversidade de estampas, propositalmente diferentes para que o resultado seja fiel ao encontrado na natureza. Com dimensões de tábuas de 20 x 120 cm, a série possibilita paginações diferentes, criando um deck de madeira ao redor de piscinas graças ao acabamento ABS | Foto: Divulgação |
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As bordas da piscina e o deck estão entre os pontos de maior circulação no ambiente externo. Por isso, o revestimento deve proporcionar conforto ao caminhar e segurança para crianças, idosos e animais de estimação.
Nessas áreas, o acabamento antideslizante também é indispensável, especialmente em projetos que valorizam a integração entre a piscina e os demais espaços de convivência. “O entorno da piscina é uma área de uso intenso. Por isso, a escolha de um porcelanato com alto coeficiente de atrito faz toda a diferença para garantir segurança durante todo o ano, inclusive quando o piso estiver molhado”, ressalta Carlos. O visual das pedras naturais segue como protagonista |
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A Série Swell, da Roca Cerámica, reproduz de forma fidedigna a pedra hijau. Com formato 20 x 20 cm, a pedra se tornou uma das principais tendências em piscinas. Com duas tonalidades diferentes, ideais para quem prefere piscinas com tons mais azulados ou esverdeados, a série une a estética da pedra natural com as vantagens do porcelanato, que exige menos manutenção e possui resistência mecânica e baixa absorção de água | Foto: Divulgação |
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Se durante muitos anos as pastilhas dominaram os projetos de piscinas, atualmente a arquitetura tem direcionado seu olhar para uma estética mais natural. Rochas como a pedra Hijau e diversos quartzitos passaram a inspirar projetos que buscam integração com jardins, paisagismo e áreas de lazer contemporâneas.
Graças às tecnologias de impressão em alta definição, os porcelanatos reproduzem com extrema fidelidade as nuances, veios, relevos e variações cromáticas presentes nas pedras naturais. |
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Com acabamento ABS, a Série Taj Mahal, da Roca Cerámica, inspirada no quartzito homônimo, reproduz com precisão os veios, tons e texturas da rocha brasileira. Seu alto coeficiente de atrito permite uso em áreas de deck com alta circulação, bordas e escadas de piscina ou prainhas. Disponível no SuperFormato 120 x 120 cm | Foto: Divulgação |
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Além da beleza, o porcelanato reúne vantagens importantes em relação às pedras naturais, como baixa absorção de água, elevada resistência mecânica, facilidade de limpeza e menor necessidade de manutenção ao longo dos anos.
“Hoje observamos uma preferência crescente por revestimentos que reproduzem pedras naturais. Os porcelanatos conseguem reproduzir materiais como a pedra Hijau e diversos quartzitos com riqueza impressionante de detalhes, mantendo as variações de tonalidade que tornam cada peça única e entregando todas as vantagens técnicas do porcelanato”, conclui o arquiteto.
Sobre o Grupo LAMOSA no Brasil À frente das marcas de revestimentos Roca Cerámica e Incepa, o Grupo LAMOSA é uma empresa mexicana com atuação mundial na fabricação e comercialização de revestimentos cerâmicos e adesivos. Com a aquisição, em 2021, passou a integrar uma história de mais de 130 anos na indústria de materiais de construção, com 33 centros de produção distribuídos em 9 países nas Américas e na Europa. Soma-se também a força do Grupo, que ocupa a posição de líder nos mercados em que participa, sendo o segundo maior fabricante mundial de revestimentos cerâmicos com uma capacidade instalada anual de mais de 280 milhões de m².
Inovação, tecnologia de ponta, alto padrão de qualidade, que se traduz na satisfação total dos nossos clientes, e visão de futuro, aliada com responsabilidade ambiental, norteiam o DNA do Grupo LAMOSA no Brasil e a consolida com a robustez de empresa global reconhecida como referência entre as maiores fabricantes de revestimentos cerâmicos do mundo.
O constante investimento em tecnologia a permite entregar um robusto portfólio que segue as tendências da arquitetura e construção em total conformidade técnica. Marcada por seu pioneirismo e uma visão que projeta o futuro, em 2016 tornou-se a primeira empresa das Américas a adquirir sua primeira supercompactadora Contínua+.
Somada ao conhecimento do seu time de desenvolvimento, em 2018 abriu o mercado de Superformatos com revestimentos nas dimensões de 120 x 120 cm e, a partir de 2020, com os tamanhos 100 x 200 cm e 120 x 250 cm, prosseguiu com sua verdadeira revolução na indústria cerâmica e nos mercados da arquitetura, construção e movelaria.
Em 2022, saiu à frente mais um marco histórico: a compra de sua segunda supercompactadora, alcançando o status de única empresa das Américas com o segundo equipamento. Esse olhar precursor permitiu ampliar as linhas de Superformatos com as medidas de 160 x 160 cm e 160 x 320 cm.
Sustentabilidade: seu compromisso com o meio ambiente segue alinhado com os processos produtivos. No último ano, além de redução de 17% no consumo total de energia elétrica, adotou o Protocolo de GHG (Greenhouse Gas Protocol), padrão globalmente reconhecido para medir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), com o objetivo de melhorar a precisão e a credibilidade dos dados ambientais relacionados a emissões atmosféricas.
E mais: 92,5% dos resíduos gerados nas fábricas foram destinados para fins nobres, como reuso ou reciclagem; os 7,5% restantes foram enviados para aterros sanitários ou incineração. Também foram coletadas e destinadas 45 toneladas de resíduos orgânicos que equivalem a uma economia de mais de 300 viagens entre São Paulo e Rio de Janeiro em emissões de CO₂. A biomassa, combustível renovável, mais limpo e eficiente, e que ainda reaproveita resíduos de indústrias de madeira, responde por 17% da matriz energética.
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a empresa possui um Plano de Logística Reversa, que mensura a quantidade de embalagens faturadas por Estado no Brasil e, no último ano, realizou a compensação de 32% desse volume por meio de créditos de reciclagem. |
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