Setor supermercadista da região de Campinas já criou mais de 1,1 mil empregos em 7 meses
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O setor supermercadista da região de Campinas alcançou 118.802 trabalhadores formais em julho de 2026, consolidando uma das maiores concentrações de mão de obra do segmento entre as regionais da APAS – Associação Paulista de Supermercados. O estoque representa crescimento de aproximadamente 3% em relação ao mesmo mês de 2025, quando eram 115.317 trabalhadores.
No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, a região registrou saldo positivo de 1.172 postos de trabalho. Em julho, foram 284 novas vagas líquidas. O desempenho reforça a relevância do varejo alimentar para a geração de oportunidades de trabalho na região e ocorre em um momento em que o setor supermercadista paulista segue enfrentando o desafio de atrair e reter profissionais. No Estado, o segmento encerrou julho com mais de 711 mil trabalhadores formais, 1,8% acima do estoque registrado um ano antes.
Principais números do setor na região
- 1.172 novos postos de trabalho no acumulado de janeiro a julho de 2026;
- 284 vagas líquidas geradas somente em julho;
- 118.802 trabalhadores formais no setor;
- 4.363 estabelecimentos distribuídos por 86 municípios;
- 2,4% é a projeção de crescimento do setor para 2026 na região de Campinas.
A dimensão do mercado de trabalho supermercadista de Campinas também se reflete na comparação com outras regiões do Estado. Com 118,8 mil trabalhadores formais, a regional concentra um contingente equivalente a cerca de 16,7% de todo o estoque do setor supermercadista paulista em julho.
Para o presidente da APAS, Erlon Ortega, o desempenho do setor no mercado de trabalho mostra que os supermercados seguem contribuindo para a geração de oportunidades, especialmente em um cenário de expansão da atividade regional.
“O setor supermercadista tem uma presença muito forte na geração de emprego e renda e os números de Campinas mostram isso. São mais de 118,8 mil trabalhadores formais na região e um saldo positivo de 1.772 vagas somente nos primeiros sete meses deste ano.
O levantamento da APAS considera os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e acompanha mensalmente a movimentação do emprego formal no setor supermercadista paulista.
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