Um vovô nervoso de 73 anos decidiu atacaar a namorada de 45 anos e ainda pôs fogo na casa onde mora. O caso aconteceu no começo da tarde deste domingo Dia Dos Pais.

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Eles moram no jardim Adelia e a Guarda Municipal atendeu o caso por volta das 14h45.

Anjo da Guarda da Guarda tratou do caso do Vovô nervoso

Na tarde deste domingo, o CICOMM, destacou a equipe Anjo da Guarda da Mulher, até a Rua Joanópolis, nº 167, para ocorrência de violência doméstica e incêndio em residência. Foi necessária a presenca de outras viaturas da corporacao para auxiliar no isolamento do local para que o Corpo de Bombeiros atuasse. As equipes da Gcm detiveram D.B. 73 anos, aposentado. O homem apresentava-se bastante alterado, sendo necessária a utilização de algemas.

Vovô nervoso

As equipes do Corpo de Bombeiros estava na residência debelando as chamas. O solicitante relatou que vizinhos informaram que a casa estava com princípio de incêndio e que notaram um homem agredindo uma mulher no interior da casa.

O solicitante visualizou D.B. desferindo chutes contra L.F.J.P., 45 anos. Diante da cena presenciada tentou intervir na intenção de que indivíduo cessasse as agressões. Sem sucesso, acionou a Guarda Civil Municipal. Enquanto aguardava a chegada das equipes, tentou acalmar os envolvidos, tendo em vista que a proporção da fumaça aumentava e o risco de propagação das chamas para a residência vizinha era iminente.

A vítima L. relatou que foi agredida por D.B. naquela manhã, após discussões. Alegou que foi agredida com socos e chutes, informou ainda que, durante a tarde, D.B. encontrava-se no quarto.

Quando percebeu um forte cheiro de queimado e viu o cômodo pegando fogo. Na versão do autor: ele alegou ter tentado apagar o fogo utilizando uma mangueira, porém não soube informar como o incêndio teve início.

Sobre as brigas, relatou que durante a manhã, teve dois desentendimentos com a companheira por dois motivos: primeiro, teria ocorrido, em razão do uso excessivo de produtos de limpeza, o que, estaria aumentando as despesas da residência e o segundo teria ocorrido em razão de uma coxa de frango que havia preparado e que não teria sido consumida pela vítima.


D.B. informou que havia ingerido uma cerveja e, posteriormente, deitou-se no quarto, onde acabou dormindo. Ao acordar, percebeu que o cômodo estava em chamas, ocasião em que pegou baldes com água e tentou apagar o incêndio, porém não obteve êxito. Negou ter agredido a amasia e ter provocado o incêndio.

Diante dos relatos apresentados, especialmente pela vítima, foi dada voz de prisão a D.B., em razão dos fatos relacionados à violência doméstica.

As partes foram encaminhadas para atendimento médico. Posteriormente, ambos foram encaminhados ao Plantão Policial para apresentação da ocorrência.

Por determinação da Delegada de Plantão, Dra. Alline K. Abdo Vicentim, foi solicitada perícia técnica na residência, visando à apuração das causas do incêndio.

Após análise dos fatos, a autoridade policial determinou a prisão em flagrante de D. pelos fatos relacionados à violência doméstica, com enquadramento na Lei Federal nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), tendo como naturezas ameaça e lesão corporal permanecendo a disposição da justiça.

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