O vereador Celso Ávila protocolou, na manhã desta quarta-feira (23), a Indicação nº 4.165/2026, por meio da qual sugere ao Poder Executivo Municipal providências quanto ao aparecimento recorrente de escorpiões na rua Águas da Prata, no bairro São Joaquim. Segundo relatos de moradores do local, esses animais peçonhentos têm sido encontrados com frequência dentro das residências e nas proximidades de um bueiro localizado na região, problema que se intensificou nos últimos dois anos.
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O parlamentar considera que a família de uma moradora vítima de picada de escorpião contratou serviço de dedetização para a residência, mas os animais continuam aparecendo. Diante disso, os munícipes apontam que o problema pode estar relacionado ao bueiro localizado em frente à casa em questão, de onde estariam saindo diversos desses animais. O problema, inclusive, já foi abordado em reclamação registrada na Ouvidoria Municipal sob o protocolo nº 3.336/2026.
Na indicação, Ávila solicita que os setores competentes realizem vistoria no local, avaliem as condições do bueiro e adotem as medidas necessárias para o controle e prevenção da proliferação de escorpiões.
Fala Celso Ávila
“É uma situação que envolve a segurança e a saúde dos moradores. Uma pessoa da família já foi picada e os escorpiões continuam aparecendo praticamente todos os dias. É necessário que o poder público identifique a origem do problema e tome medidas efetivas”, afirma o vereador.
Monaro cobra providências sobre limpeza de fiação dos postes da rua Padre Antonio Corrêa

O vereador Paulo Monaro pede informações à Administração Municipal, por meio de requerimento apresentado na secretaria da Casa de Leis, acerca da limpeza, organização e retirada de fios e cabos utilizados ou abandonados nos postes da rua Padre Antonio Corrêa, no Jardim Nova Conquista. “A grande quantidade de fios e cabos instalados de maneira desordenada forma emaranhados de fiação e parte desses fios aparenta estar inutilizada, permanecendo presa aos postes mesmo após a desativação de serviços por empresas de telefonia, internet, televisão por assinatura e outros serviços”, considera o parlamentar.
Monaro afirma que a situação resulta em poluição visual e contribui para a degradação do ambiente urbano, aparentando falta de fiscalização e de manutenção adequada da infraestrutura existente. Além disso, o vereador acredita que a instalação desordenada da fiação representa riscos à segurança da população, especialmente quando há cabos soltos, baixos, rompidos ou inadequadamente fixados.
No requerimento, o autor questiona quantas notificações já foram emitidas pela Prefeitura ou pela concessionária responsável pelo posteamento em relação à fiação irregular ou inutilizada existente na rua Padre Antonio Corrêa; se a via está incluída no cronograma de limpeza e organização da fiação aérea anunciado pela Prefeitura; e qual é a previsão para que esses serviços sejam realizados.
Ele quer saber, também, se a Prefeitura possui mecanismos para identificar os responsáveis pelos cabos, especialmente os abandonados, e se a distribuidora de energia elétrica e as empresas responsáveis estão sendo notificadas para realizar a retirada desse cabeamento, conforme estabelece a Lei Municipal nº 4.277/2021.
Por fim, o vereador indaga sobre o procedimento adotado quando uma empresa deixa de cumprir a determinação de regularização ou retirada da fiação; se há registros de autuações, notificações ou outras medidas administrativas aplicadas às empresas responsáveis por irregularidades na fiação dos postes no Jardim Nova Conquista nos últimos 12 meses; e quais providências serão adotadas pelo Executivo para reduzir a poluição visual e os eventuais riscos à segurança no local.
“A Prefeitura anunciou, em fevereiro deste ano, uma ação conjunta com a CPFL Energia e empresas que utilizam os postes para organização, limpeza e manutenção da fiação aérea, com o objetivo de reduzir a poluição visual e ampliar a segurança da população. Portanto, é necessário verificar se a rua Padre Antonio Corrêa está contemplada nessas ações e se as empresas responsáveis estão sendo efetivamente cobradas para cumprir a legislação municipal”, conclui Monaro.
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