Logo no início de 2026, a atualização das alíquotas do imposto trouxe o diesel de volta ao centro do debate sobre custos operacionais, de logística e competitividade no país. Mesmo com esforços da Petrobras para reduzir preços ao longo do ano passado, com ajustes especialmente em junho e outubro, o novo ano começou trazendo um peso tributário maior sobre os combustíveis.
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Com a atualização, o diesel e o biodiesel passaram de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro

na cobrança desse imposto, representando um aumento de 4,4%, o que já começa a pressionar os preços nas bombas e, sobretudo, os custos dos setores logísticos e de transporte.
O Brasil ainda depende em mais de 60% do transporte rodoviário para movimentar mercadorias, que vão desde alimentos até insumos industriais, e qualquer elevação no preço do diesel reverbera de forma imediata nos custos operacionais de empresas, na formação de preços e, em última instância, no bolso das pessoas.

O SETCESP e o Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC) defendem maior transparência na composição dos preços e políticas públicas que incentivem um equilíbrio real no mercado de combustíveis. Entre os pontos em discussão está a ampliação de debates sobre eficiência energética e alternativas de abastecimento que possam reduzir riscos futuros ao setor e à economia.
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