O vereador Leco Soares (Podemos) protocolou um requerimento na secretaria da Câmara Municipal de Americana solicitando informações ao Poder Executivo sobre a destinação e medidas de revitalização e preservação de um prédio público localizado na Rua Nova Zelândia, no Parque Nações.

+ NOTÍCIAS NO GRUPO NM DO WHATSAPP

No documento o parlamentar relata que tem recebido em seu gabinete questionamentos de moradores do bairro sobre o prédio, que funcionava como sede do Lar Batista. Segundo Leco, o imóvel encontra-se fechado e em aparente estado de abandono, sem vigilância permanente, o que tem possibilitado invasões, furtos de fiação, metais e outros materiais.

Fala Leco

“A situação, segundo relatos, estaria sendo praticada por indivíduos que adentram o espaço com a finalidade de obtenção de recursos para compra de drogas, gerando insegurança à vizinhança e risco ao patrimônio público”, explica. “O objetivo desse requerimento é assegurar a correta gestão, conservação e destinação de bem público municipal, evitando sua deterioração, ocupações irregulares e prejuízos ao erário, bem como garantindo segurança aos moradores do entorno”, acrescenta Leco.

O autor questiona se o estudo de viabilidade para concessão do imóvel à Organização Social foi finalizado; se a secretaria de Planejamento concluiu o projeto de adequação e revitalização; qual é a destinação oficial e atual definida pelo município para o imóvel; qual secretaria ou órgão municipal é atualmente responsável pela gestão, guarda e manutenção do prédio; e se existe previsão de utilização efetiva do imóvel ainda no exercício de 2026. O requerimento será discutido e votado pelos vereadores em plenário durante a sessão ordinária de terça-feira (10). Se aprovado, será encaminhado à prefeitura para resposta.

 Juliana pede melhorias no sistema tributário municipal de taxa de coleta e remoção do lixo

leco

A vereadora Professora Juliana (PT) protocolou uma indicação na secretaria da Câmara Municipal de Americana solicitando ao Poder Executivo a realização de estudos visando aprimorar o sistema tributário municipal e adequar a cobrança da taxa de coleta e remoção do lixo.

No documento, a parlamentar afirma que moradores de diversos bairros manifestaram insatisfação com o sistema de cálculo e cobrança da taxa. “A revisão do sistema tributário municipal, especificamente no que tange a essa taxa, é uma adequação técnica que visa garantir que o serviço de limpeza urbana seja melhorado para não onerar o contribuinte. Precisamos de um modelo que considere a realidade do descarte e que recompense quem ajuda a cidade a ser mais sustentável”, comenta.

Professora Juliana afirma que proprietários de pequenos imóveis, pessoas que vivem sozinhas ou famílias que separam recicláveis pagam valores similares ou proporcionalmente altos em comparação a grandes geradores de resíduos residenciais ou comerciais, uma vez que a taxa de lixo em Americana não considera o volume real de lixo produzido.

“A taxa de lixo precisa ser justa: proporcional ao impacto ambiental. Não faz sentido penalizar quem separa o lixo e mora sozinho com custos altos que deveriam ser dos grandes geradores. Cobrar o mesmo de quem cuida do meio ambiente e de quem gera grandes volumes sem critério é um desestímulo à reciclagem e um peso injusto no bolso do trabalhador. Quem produz menos, deve pagar menos”, conclui.

Leia + sobre  política regional