Em março de 2026, com o apoio da +um HITS, de Americana, a Jonabug vai ter a oportunidade de realizar esse sonho. A banda subirá ao palco Samsung Galaxy do Lollapalooza São Paulo no domingo, dia 22, às 12h. Existe um sonho compartilhado por muitos artistas: o de subir no palco de um grande festival e se apresentar para milhares de pessoas. Desde os tempos do Woodstock, ter o nome escalado nesses line-ups pode ser um divisor de águas na carreira musical.
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A apresentação está sendo viabilizada pela equipe da +um HITS, ecossistema de gerenciamento modular para artista fundado em Americana (SP). Do interior para o mundo, a +um HITS é mais que um selo, gravadora ou produtora, e por isso consegue atender de forma personalizada às necessidades da carreira de profissionais autênticos que se dedicam à economia criativa, a partir da soma da experiência de profissionais com longa estrada no mercado musical.
O bastidor de uma apresentação grandiosa como essa da Jonabug no Lollapalooza é complexo, e tornar o sonho de tocar em um evento desse porte em realidade envolve muito mais que a escolha de repertório. Neste sentido, a +um HITS será a responsável por realizar a produção executiva, técnica e de palco da banda, como também está atuando na produção audiovisual, na assessoria estratégica jurídica e na comunicação.
“A gente sabe que subir no palco de um festival desse tamanho é o sonho de muitos artistas, então cada detalhe precisa ser pensado com muito cuidado. Um show bem realizado tem um impacto que vai muito além daqueles minutos no palco: ele pode conquistar novos fãs, abrir portas no mercado e marcar a memória de quem está assistindo.
Por isso, cuidar de cada etapa é essencial, porque quando tudo funciona bem, o artista consegue se concentrar no que realmente importa, que é entregar uma apresentação verdadeira e potente. Como produtor, é muito gratificante fazer parte desse processo e ver uma banda crescendo e sabendo que todo o trabalho de bastidores ajuda a transformar um momento em algo realmente marcante para a carreira deles”.

Sobre a Jonabug
A Jonabug é uma banda de Marília, interior de São Paulo, que vem conquistando espaço na cena do rock independente brasileiro. Seu som transita entre o shoegaze e o indie rock, criando uma identidade única, que foge de rótulos. As letras alternam entre o inglês e português, carregando a energia e o frescor da juventude.
Em 2023, lançaram o EP de estreia “Big Ego, No Self Esteem”, e em 2025 apresentaram o primeiro álbum, “Três Tigres Tristes”, que ganhou versão em vinil. O trabalho foi bem recebido pelo público e a mídia especializada, e rendeu ao trio uma turnê de lançamento por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Joinville, Ponta Grossa, Santo André e Mogi das Cruzes. O grupo acumula mais de 200 mil streams no Spotify e vem se consagrando como uma promessa da nova cena brasileira.

Conheça o papel da +um HITS no Lollapalooza
Para começar, é preciso organizar a produção executiva, escalando um porta-voz para realizar a comunicação direta com a equipe do evento, alinhar o mapa de palco e outras decisões como o input list e o tech rider. Tudo isso exige tempo para dedicar às reuniões sobre procedimentos e regras operacionais do festival.
Tratando-se da produção técnica, é importante contar com uma pessoa experiente em revisão e finalização de todos os riders, que esteja apta a se comunicar com as equipes de PA, monitores e direção de palco, que acompanhe a passagem de som e faça a supervisão do backline durante a montagem e desmontagem do palco.
Cabe ressaltar que a produção executiva e técnica se diferencia da produção de palco, que é voltada ao dia do show. Aqui, estamos falando de uma equipe que coordena credenciais, dá suporte ao camarim, organiza a entrada e saída dos artistas, faz a supervisão do setup, show e strike, e mantém a comunicação com a direção de palco e equipes técnicas.
E os shows também envolvem cuidados com elementos visuais, desde a iluminação à cenografia. Isso exige a presença de um VJ e profissionais do audiovisual que saibam criar vídeos de acordo com o padrão técnico do festival e operar essas exibições ao longo da apresentação, enriquecendo a performance.
No dia do show, também deve ser escalada uma equipe dedicada à captação de imagens e vídeos, registrando a experiência desde o backstage ao bis com equipamentos de alta resolução. Isso rende muitos conteúdos para o portfólio e redes sociais dos artistas.
Para completar, um show de grande porte precisa de uma assessoria estratégica especializada para realizar a análise completa do contrato enviado pelo evento. Isso deve ser feito por advogados especialistas, com experiência na revisão de cláusulas referentes a direitos autorais, imagem, transmissão e responsabilidades, que possam apontar a necessidade de ajustes nos tratos quando necessário, incluindo os cadastros no
Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).
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