Os bolsonaristas ou fãs do MBL na região não disputam mais os movimentos das ruas. A maioria hoje busca apenas replicar nas redes sociais vídeos do maior fenômeno atual Nikolas Ferreira ou fazer ataques ao atual governo federal.

O MBL quase morreu na região e o bolsonarismo se mesclou com a política tradicional abandonando o discurso radical de ‘tomada das ruas’.

O último movimento que o bolsonarismo fez na região foi o da ‘porta dos quartéis’- que teve apoio de pelo menos 2 vereadores de Americana no final de 2022.

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Apesar dos rachas entre bolsonarismo e o MBL, a direita brasileira intensifica sua mobilização para a manifestação pela anistia, marcada para o próximo domingo (6), na Avenida Paulista, em São Paulo.

O ato, convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), busca pressionar o Congresso pela aprovação da PL da Anistia, que visa beneficiar os presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

 MBL já teve Meche e agora tem Rafa Macris

Movimento mais jovem e mais liberal, o Brasil Livre surgiu na região com a força do Fora Dilma em 2016 e elegeu como vereador no mesmo Marschelo Meche, então no PSDB.

Meche foi reeleito em 2020 mas não conseguiu um novo mandato em 2024;

Nos últimos dois anos, quem assumiu o ‘partido da direita intergaláctica’ foi o também ex-tucano Rafael Macris.

Bolsonarismo mais forte com Corá

A ‘cara jovem’ do bolsonarismo na região é o vereador barbarense Felipe Corá (PL). Ele foi reeleito em 2024 com boa votação e busca realinhar seu mandato neste começo de ano.

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