Com nota 1 no Enamed, a faculdade São Leopoldo Mandic divulga seu vestibular este ano. A faculdade chegou a ter parcerias com as prefeituras de Americana e Nova Odessa.
+ NOTÍCIAS NO GRUPO NM DO WHATSAPP
O Grupo Mandic, composto pela Faculdade São Leopoldo Mandic de Campinas, Limeira e Araras e pela Faculdade de Medicina do Sertão, em Arcoverde (PE), está com as inscrições abertas para o Vestibular Unificado de Medicina 2026 com ingresso no primeiro semestre.
Ao todo, serão disponibilizadas 93 vagas para o curso distribuídas entre os quatro campi do Grupo. A prova on-line está marcada para o dia 28 de janeiro e a Instituição realizará um processo seletivo unificado, cabendo ao candidato escolher a unidade de sua preferência.

Em Campinas, são 6 vagas disponíveis, sendo: 1 vaga destinada aos candidatos que realizarão a prova on-line, 1 vaga para os que optarem por usar a nota do ENEM (o processo seletivo utilizará notas obtidas entre os anos de 2010 e 2025),
1 vaga para aqueles que desejarem concorrer pela nota obtida no IB- International Baccalaureate, 1 vaga para o programa Abitur, 1 vaga para o SAT – Scholastic Aptitude Test e 1 vaga para aqueles que desejarem concorrer pela nota obtida no Baccalauréat Français (BAC).

Na unidade de Araras, são 15 vagas para os que vão concorrer à prova on-line, 10 vagas para o ENEM, 2 vagas para o IB, 2 vagas para o Abitur, 2 para o SAT e 2 para o BAC.
Em Limeira, são oferecidas 10 vagas para o Vestibular on-line, 10 vagas para o ENEM, 1 vaga para o IB, 1 vaga para o Abitur, 1 para o SAT e 1 para o BAC.
Caro e com nota ruim, Mandic
Os mais caros da lista, segundo os dados disponíveis para consulta, são da Faculdade São Leopoldo Mandic Araras, no interior paulista, com mensalidade de R$ 13,8 mil.
NOTA DA FACULDADE SOBRE O RESULTADO DO ENAMED
Nota à Imprensa
O Grupo Mandic esclarece que os resultados recentemente divulgados do Enamed 2025 não representam a realidade da formação médica oferecida pela instituição. A instituição reforça que os números apresentados são contraditórios quando contrastados com os indicadores oficiais e sistêmicos do governo federal. A São Leopoldo Mandic possui conceito máximo (Nota 5) junto ao MEC, avaliação que considera critérios robustos como corpo docente, infraestrutura tecnológica e laboratórios. Além disso, a faculdade mantém, por mais de uma década, a liderança nacional na área da saúde no Índice Geral de Cursos (IGC) e ocupa a 13ª posição entre as melhores instituições de ensino do país no ranking do Sinaes.
A instituição pontua ainda que o referido exame apresenta limitações estruturais e fragilidades metodológicas severas que inviabilizam sua utilização como um indicador isolado de qualidade. Entre as inconsistências identificadas, destaca-se um descompasso regulatório, visto que o conteúdo cobrado na prova não reflete fielmente o Projeto Pedagógico do Curso exigido pelo próprio Ministério da Educação (MEC), além de o edital ter sido apresentado com apenas 90 dias de antecedência, sem a devida clareza sobre os critérios de avaliação.
Outro fator determinante para o desempenho registrado foi o chamado “Viés de Engajamento”, uma vez que as consequências de uma possível não proficiência só foram comunicadas aos estudantes após a realização da prova. Análises estatísticas internas comprovam que a maioria dos participantes deixou o local de exame no tempo mínimo permitido, evidenciando que o resultado reflete um desengajamento momentâneo — motivado pela ausência de impacto acadêmico individual na data do exame — e não a competência técnica real dos alunos ou a qualidade do ensino. Na unidade de Araras, por exemplo, os alunos realizaram o teste no 11º período, oito meses antes da formatura, sem terem cursado a totalidade dos conteúdos avaliados.
Reafirmando seu compromisso inabalável com a excelência, a instituição informa que já está mobilizando todos os recursos administrativos e jurídicos cabíveis para assegurar a correção dos fatos e proteger a reputação de seus alunos e de sua marca contra avaliações tecnicamente inadequadas.
Por fim, o Grupo Mandic defende a avaliação externa como um instrumento indispensável de melhoria e regulação, porém considera tecnicamente inadequado que um exame com as particularidades já mencionadas seja utilizado isoladamente, a partir de 2025, como base para sanções regulatórias severas.
Leia + sobre saúde