Dados divulgados essa semana pelo Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp), do Ministério Público, indicam que o número de mortes causadas por policiais militares em serviço voltou a crescer em São Paulo em 2025. Ao longo do ano, foram registradas 672 mortes, contra 653 em 2024, um aumento de cerca de 3%.
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O crescimento ocorreu após a mudança na política de uso das câmeras corporais da Polícia Militar, sobretudo a partir do segundo semestre. Desde junho de 2025, o estado passou a adotar um novo modelo de equipamento, que deixou de operar com gravação ininterrupta, padrão vigente nas gestões anteriores. Neste período, as mortes causadas por PMs subiram de 306, em 2024, para 366, em 2025, um aumento de aproximadamente 20%.

O contraste com anos anteriores é notável. Em 2022, durante a ampliação do programa de câmeras corporais com gravação contínua, São Paulo registrou o menor número de mortes cometidas por policiais militares em serviço de toda a série histórica, segundo dados oficiais. Desde então, a letalidade voltou a crescer, resultando em um aumento de 65% em 2024 em relação a 2023, o maior do país naquele ano.
Letalidade policial e câmeras
Para Flavio Fuchs, vice-presidente da Hytera para o Brasil, a tecnologia desempenha um papel central no fortalecimento de políticas públicas e na implementação de mecanismos de governança e controle mais transparentes e eficazes. “O uso das câmeras corporais é um instrumento essencial para a modernização da segurança pública. Elas fortalecem a transparência das operações policiais, oferecem segurança jurídica aos agentes e aprimoram os processos de controle e supervisão institucional, contribuindo para a proteção da população e das forças policiais”, afirma.

Sobre a Hytera
A Hytera Communications Corporation Limited (SZSE: 002583) é uma fornecedora global de destaque em tecnologias e soluções de comunicação profissional. Com recursos integrados de voz, vídeo e dados, oferece conectividade mais rápida, segura e versátil para usuários corporativos e de missões críticas. Assim, busca tornar o mundo mais eficiente e seguro ao permitir que os clientes alcancem mais — tanto em operações do dia a dia quanto em situações de emergência.
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