Três anos após o fim da grande Pandemia que assolou o planeta, voltou a circular fakenews com áudios associando nova onda do Coronavírus com o carnaval.
O que estaria para acontecer é novo pânico em hospitais com mortes e muita gente internada e ‘as autoridades’ enganando o povo para esperar o carnaval passar.
São áudios antigos que circulam, especialmente em grupos de whatsapp. Eles repetem as crises anteriores
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Na onda bolsonarista, o que se tem é o inverso das fakenews do período mais grave da pandemia. Agora é para acreditar na crise sanitária.
5 anos da pandemia
A pandemia de COVID-19, também conhecida como pandemia de coronavírus, é uma pandemia da doença por coronavírus 2019 (COVID-19), causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2). O vírus foi identificado pela primeira vez a partir de um surto em Wuhan, China, em dezembro de 2019.
As tentativas de contê-lo falharam, permitindo que o vírus se espalhasse para outras áreas da China e, posteriormente, para todo o mundo. Em 30 de janeiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o surto como Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional (PHEIC) e, em 11 de março de 2020, como pandemia. A OMS declarou o fim da PHEIC no dia 5 de maio de 2023,[11][23] apesar de ainda continuar a se referir a ela como uma pandemia.[24] Até 5 de janeiro de 2025, conforme a OMS, 777 309 626 casos foram confirmados em 231 países e territórios,[12] com 7 083 233 mortes atribuídas à doença, tornando-se a quinta mais mortal da história.
Os sintomas de COVID-19 são altamente variáveis, variando de nenhum a doenças com risco de morte, mas mais comumente incluem febre, tosse seca e fadiga. A doença num estado mais grave e severo é mais provável em pacientes idosos e naqueles com certas condições médicas subjacentes. A COVID-19 é transmitida quando as pessoas respiram ar contaminado por gotículas e pequenas partículas transportadas pelo ar que contêm o vírus.
O risco de inalar isso é maior quando as pessoas estão próximas, mas podem ser inaladas a distâncias maiores, principalmente em ambientes fechados. A transmissão também pode ocorrer se os fluidos contaminados atingirem os olhos, nariz ou boca e, raramente, através de superfícies contaminadas. As pessoas infectadas normalmente permanecem contagiosas por 10 a 14 dias e podem espalhar o vírus mesmo que não desenvolvam sintomas. Mutações produziram muitas cepas (variantes) com graus variados de infectividade e virulência.
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