Americana obteve nota 69,21 no Índice de Progresso Social (IPS) de 2026, índice maior do que o obtido no ano passado, quando a cidade conseguiu a nota 68,18. O aumento significa que a cidade melhorou em vários aspectos de políticas voltadas para qualidade de vida da população.
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O IPS é medido pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) com base no cruzamento de 57 indicadores sociais e ambientais de instituições públicas como DataSUS, IBGE, Inep, MapBiomas, Anatel, Cadastro Único e Conselho Nacional de Justiça.

Foto: Marilia Pierre
O índice é uma medida que avalia o bem-estar social e ambiental das regiões, considerando aspectos como saúde, educação e qualidade de vida. A plataforma permite comparar o progresso social entre diferentes municípios e monitorar as mudanças ao longo do tempo.
A nota 69,21 coloca Americana em destaque em vários recortes geográficos: 1º lugar na microrregião que engloba as cidades de Santa Bárbara d’Oeste e Nova Odessa; 2ª colocação na Região do Polo Têxtil (RPT), que reúne cinco municípios; e 5º lugar entre as 20 cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC).
Chico Americana feliz
“Ficamos muito contentes em mais uma vez obter uma excelente nota, que comprova o resultado do nosso trabalho. Nosso objetivo é sempre avançar, oferecendo à população de Americana os melhores serviços, sempre cuidando principalmente de quem mais precisa. É mais um índice que mostra que Americana é feliz de verdade”, disse o prefeito Chico Sardelli.
“Desenvolvemos políticas públicas bem estruturadas e com bastante efetividade. E isso se reflete em excelentes conceitos em estudos de vários institutos. A gestão Chico Sardelli tem demonstrado grande sensibilidade em atender às demandas e anseios da população”, afirmou o secretário de Planejamento, Diego de Barros Guidolin.

O levantamento não é baseado em avaliações quantitativas, como o número de escolas, hospitais ou outros equipamentos públicos. Mas leva em conta a efetividade dos serviços prestados em unidades básicas de saúde, em aprendizagem, saneamento, segurança e oportunidades de trabalho e de estudos. As cidades recebem uma nota de 0 a 100.
Os indicadores abrangem três perguntas diferentes sobre a vida em cada cidade:
– Necessidades humanas básicas: nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal, cobertura vacinal, mortalidade infantil, esgotamento sanitário, qualidade dos domicílios e taxas de homicídio.

Foto: Marilia Pierre
– Fundamentos do bem-estar: mede conhecimento básico (Ideb, abandono e evasão escolar), acesso à informação e comunicação (cobertura de internet e telefonia), à saúde e bem-estar (expectativa de vida, obesidade, suicídios, doenças crônicas) e à qualidade do meio ambiente (áreas verdes, emissões de CO2, desmatamento, focos de calor).
– Oportunidades: direitos individuais (acesso à Justiça e a programas de direitos humanos), liberdades individuais e de escolha (acesso à cultura e ao esporte, gravidez na adolescência), inclusão social (paridade de gênero e raça nas câmaras, violência contra mulheres, indígenas e negros) e acesso à educação superior.
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