Veto a consumidor petista vira versão 2026 do acampamento no quartel
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A disputa eleitoral de 2026 na região já tem sua versão do embate entre bolsonaristas e petistas. Como acontece no Brasil, alguns empresários fãs de Flávio Bolsonaro teriam proposto que consumidores petistas não compareçam aos seus comércios.
Um outro caso foi o da empresária Sanui Amorim, mas ela logo pediu desculpas e recuou dos ataques.
O jovem barbarense Joao Spada prometeu ir ao Ministério Público do Trabalho denunciar casos de ameaça de demissão que teriam sido feitos a trabalhadores que declararam votos no presidente eleito Lula.
Sanui volta atrás na história do veto
Em um story publicado esta segunda-feira, a empresária de Americana recuou dos ‘ataques’ feitos no domingo e disse que publicou a ideia em um momento de exaltação- Leia abaixo trecho.
No domingo, exaltei-me e me manifestei com indignação diante do resultado e da situação econômica do nosso país. Reconheço, porém, que a forma como escrevi foi generalizada e ofensiva, podendo ter magoado pessoas que pensam diferente de mim. Por isso, peço desculpas a quem se sentiu desrespeitado. Não deveria ter associado a escolha política de alguém ao seu caráter ou à sua condição de vida.
Os acampamentos de 2022
Logo após a vitória de Lula sobre Bolsonaro pai em 2022, os ataques bolsonaristas vieram em duas frentes. O mais grave foram os fechamentos de rodovias por todo o país. Mas este processo durou pouco tempo. O que persistiu foram os acampamentos nas portas dos quartéis.
Os bolsonaristas pediam intervenção militar, mas não eram atendidos. O processo de radicalização foi terminar nos ataques do 8 de janeiro de 2023, que foi contido, mas gerou centenas de presos. Inclusive com Bolsonaro preso até hoje por ser o ‘autor intelectual’ e principal beneficiário.
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