Muito além da estética, o fisiculturismo é um esporte que exige disciplina, estratégia e uma abordagem mais intensa que a musculação tradicional. Enquanto muitos se exercitam para saúde ou lazer, atletas da modalidade seguem treinos rigorosos para desenvolver simetria, proporção e volume muscular.

A popularidade do fisiculturismo cresceu entre as décadas de 1970 e 1980, impulsionada pelo ator Arnold Schwarzenegger. Hoje, competições como o Arnold Sports Festival mantém sua influência no esporte. No Brasil, Luiz Otávio de Freitas foi o primeiro sul-americano a competir no Mr. Olympia, e atletas como Rafael Brandão seguem ganhando destaque.

A principal diferença de um  treino tradicional está na especificidade dos exercícios e na sobrecarga progressiva, com foco em técnicas para maximizar a hipertrofia e o desenvolvimento de músculos específicos, que cada categoria da competição exige.

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Para quem já treina, a adaptação mais importante é ajustar o volume e a intensidade dos exercícios, além de planejar a rotina de treinos e descanso. Já para iniciantes, a recomendação é começar com uma avaliação profissional para estruturar um programa adequado e evitar lesões que possam surgir com a alta intensidade dos treinos.

A análise técnica, realizada por um profissional especializado, identifica possíveis desvios posturais e atrofias musculares, permitindo ajustes no programa de exercícios para garantir um desenvolvimento equilibrado.

“O fisiculturismo exige mudanças na mentalidade e abdicações.

A alimentação e os treinos precisam ser controlados diariamente”, destaca explica Daniel Carlos, treinador da Smart Fit.

Um dos pilares do fisiculturismo é a nutrição, que dá suporte para o crescimento e recuperação muscular. No início, alguns erros comuns são o consumo excessivo de proteínas, a negligência com carboidratos e a dependência exagerada de suplementos –estratégias que podem prejudicar o desempenho do atleta.

A nutricionista Maria Clara Casagrande, do Smart Fit Nutri, explica que suplementos podem ser úteis, mas o ideal é priorizar uma alimentação equilibrada.

A ingestão de proteínas deve variar entre varia entre 1,8g e 2,2g por quilo de peso corporal, enquanto o carboidrato é ajustado conforme a fase do atleta: no bulking (fase de aumento da massa muscular), pode chegar a 7g por quilo de peso. No cutting (que visa a perda de peso, sem diminuir a massa muscular) a quantidade é reduzida para otimizar a queima de gordura.

Além da nutrição adequada, a recuperação muscular é essencial. Outro ponto crucial é a adaptação da rotina. Embora o esporte seja associado ao uso de anabolizantes e outras substâncias proibidas, é possível alcançar alto nível de forma natural. “Com treinos bem estruturados e alimentação equilibrada, o atleta pode atingir excelentes resultados”, conclui a nutricionista.

Para auxiliar atletas nesse processo, academias como a Smart Fit oferecem equipamentos de ponta, suplementação, nutricionistas, avaliação física e suporte profissional, além de diversas  unidades espalhadas pela América Latina, que permitem que os praticantes mantenham a rotina de treinos em qualquer lugar.

Quer começar no fisiculturismo? Confira dicas no vídeo do treinador Daniel Carlos.

Sobre o Grupo Smart Fit
O Grupo Smart Fit detém as marcas de academias Smart Fit, Bio Ritmo, Nation CT e O2, as marcas de studios Race Bootcamp, Vidya Studio, Tonus Gym, One Pilates, Jab House, Kore e Velocity, além do  agregador Total Pass e do produto digital Queima Diária. A rede é líder do mercado de academias na América Latina, com mais de 4,8 milhões de alunos. A cada 100 latino-americanos, 1 treina na Smart Fit e a companhia possui hoje mais de 1.740 unidades. No Brasil, a Smart Fit está presente em mais de 170 cidades, em todos os 26 estados e Distrito Federal. Fora do Brasil, atua em aproximadamente 140 cidades e 15 países. Conheça mais sobre a Smart Fit no site oficial.