O Missão, partido criado pelo MBL, tem sido acusado de apostar em ‘gatinhas’ para eleger deputado este ano. A acusação veio depois da divulgação de nomes de mulheres que serão novidade nas urnas este ano.

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O partido tem como ‘ponto fraco’ o líder Mamãe Falei, que foi cassado em 2021 depois de terem vazados áudios em que fala que as mulheres da Ucrânia eram ‘fáceis’ por passarem fome devido à Guerra com a Rússia.

Ele foi para a Europa ‘lutar’ pela Liberdade ao lado dos ucranianos, mas voltou para perder o mandato e levar a fama de assediador.

Cheio de adversários nas redes sociais, o PM terá na região a candidatura do ex-vereador de Americana Rafael Macris. Ele é apontado como top2 ou top3 do partido na busca por uma vaga na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) este ano.

A vereadora da Capital Amanda Vetorazzo é a puxadora de votos da legenda, que deve ter ao menos 10 candidatos para tentar fazer 2 vagas.

Pouca gente no Missão

O Missão deve ter candidatos a governador de São Paulo e presidente e até ao Senado, mas parece faltar nomes para compor as chapas. Em São Paulo, berço do partido, ainda enfrenta problemas para formar a chapa.

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